Quando o veículo permanece muito tempo na oficina, pode haver perda de carga da bateria. O motorista vai notar o problema na hora de dar a partida no motor.
Por isso, quando a programação exigir que o veículo permaneça muito tempo inativo, é recomendável desconectar os cabos de bateria. Existe uma ordem para isso: desconectar primeiro o cabo negativo e depois o positivo. Ao finalizar o reparo, reconecte os cabos novamente, agora na ordem inversa da desmontagem: primeiro o positivo e depois o negativo.
Nos casos em que não foram desconectados os cabos da bateria e houve perda de carga, pode não ser problema da bateria, e sim de alguma falha no sistema elétrico.
Geralmente, as baterias automotivas que são classificadas como bateiras de partida chumbo ácido, são utilizadas para energizar o motor de partida, bem como suprir as necessidades de todos os acessórios eletromecânicos do veículo.
CHECANDO A BATERIA
Para uma inspeção preliminar da bateria, verifique os seguintes pontos:
1 – Fixação da bateria: não deve estar com folga, pois isso pode provocar danos às placas por excesso de vibração.
2 – Cabo positivo e negativo: ver se há corrosão e desgaste em seu isolamento.
3 – Conexões dos cabos: ver se há corrosão, se a fixação está correta e verificar a limpeza de suas partes corroídas (bornes, terminais, cabos). Havendo necessidade de limpeza, utilizar uma mistura de água e bicarbonato de sódio, ou água e amoníaco, limpando com uma escova de cerdas duras. Nunca raspe a camada de chumbo dos terminais e cabos.
4 – Caixa da bateria: verificar se há trincas, quebras, deformações e sujeiras na tampa que possam causar a descarga. A bateria deve ser mantida sempre limpa.
5 – Tampas dos elementos: procurar trincas, quebras, deformações e obstrução do tubo de respiro.
6 – Nível do eletrólito (líquido da bateria): deve ser mantido 1,5 cm acima das placas.
MANUTENÇÃO
Para uma manutenção segura da bateria, siga esses procedimentos básicos:
1 – Nível do eletrólito: deve estar em sua temperatura normal de funcionamento, não pode estar abaixo das partes superiores das placas – nessa situação, a alta concentração do ácido da bateria pode danificar os separadores e prejudicar as placas, comprometendo a durabilidade da bateria.
2 – Reabastecimento: reabastecer os elementos da bateria somente com água destilada, não usar água de chuva, nascente ou torneira.
3 – Carga: conservar a bateria ao menos com ¾ de sua carga total, evitando assim a sulfatização das placas e sua perda de eficiência.
4 – Sobrecarga: uma carga excessiva pode causar superaquecimento da bateria, com risco de provocar diversos danos aos seus componentes. Uma carga rápida causa o aquecimento da bateria – a temperatura deve ser mantida em até 50 oC.
5 – Eletrólito: não se deve adicionar ácido ao eletrólito do elemento quando o nível estiver abaixo do normal, sem ser conferido pelo densímetro. Não se deve transferir um eletrólito de um elemento ao outro.
RECOMENDAÇÕES FINAIS
Sempre que necessário, verifique as recomendações do fabricante da bateria ou do veículo em literatura técnica específica. Ao realizar uma carga na bateria, dê preferência à carga lenta.
Em alguns tipos de baterias, é possível verificar o nível do eletrólito utilizando o hidrômetro, que é o olhal de inspeção que fica no topo da bateria. Se estiver indicando verde, o nível e a carga da bateria estão adequados. Caso esteja preto, existe a necessidade de manutenção.
TEXTO: Daniel Lauri Henriksen
Água destilada encontra também na farmácia, aqui no Rio R$ 8,50 o litro.
Aonde eu vou aroma agua destilada ?
Pq aqui aonde eu moro nao tem isso.
Tem cono fazer agua destilada em casa ?
Olá Deivity obrigado comentário!
Água destilada é encontrada nas principais casas de auto peças e em alguns postos de combustível.
Atenciosamente,
Equipe Clube das Oficinas.