REVISTA CESVI | Carros de outro planeta

 

Para a imensa maioria das pessoas da face da Terra, os carros servem como ferramentas práticas de deslocamento. Claro, há também os que compram veículos de alto custo, e cheios de estilo, para impressionar o sexo oposto. Mas, ainda assim, a função prioritária de cada modelo lançado é servir para levar alguém de um ponto A para um ponto B.

A não ser que estejamos falando das excentricidades que, vira e mexe, surgem no universo automotivo, saídas da cabeça dos engenheiros e designers mais criativos, ousados… e mais malucos também. A história da indústria automobilística está cheia de modelos pouco usuais, que parecem ter nascido não com a meta principal do deslocamento, mas para provocar, assumindo um papel de criação artística.

São conceitos de automóvel que surgiram pensando em apontar caminhos, mas que muitas vezes só conseguiram apontar o que não se deve fazer. Essas produções vão desde ideias ambiciosas e até bonitas a modelos evidentemente impraticáveis. Muitas parecem com qualquer coisa, menos com a ideia que nós temos na cabeça do que deve ser um carro.

Alguns dos carros que você vai ver aqui chegaram a ter vendas razoáveis, outros tiveram produção limitada, e alguns nunca saíram da posição de carro-conceito – jamais chegando aos olhos da maioria do público consumidor.

O mais interessante é que, por trás mesmo dos veículos mais absurdos e inviáveis da história, é possível encontrar uma ou outra ideia que poderia ser (ou foi mesmo) aproveitada na produção em larga escala de carros, digamos, mais normaizinhos. São funcionalidades como câmeras traseiras (um recurso já presente hoje em dia para ajudar nas balizas) e energia elétrica (a grande tendência do futuro da mobilidade).

Os carros que você vai ver nesta matéria da Revista CESVI podem ser assustadores ou, no mínimo, impressionantes. Mas todos proporcionaram um pouco do aprendizado que permitiu à indústria automobilística enxergar seus carros do futuro – ainda que tenha sido pelo critério de exclusão.

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