Por Claudemir Rodriguez
De olho nas preferências do consumidor brasileiro, a Renault fez adaptações no Duster em relação ao modelo que é vendido na Europa. O SUV brasileiro tem 774 peças novas – as principais mudanças estão concentradas nos sistemas de suspensão, motor, câmbio e conforto acústico.
A Renault também destaca que seu sistema de logística – com dois grandes armazéns em Jundiaí (SP) e em São José dos Pinhais (PR) – permite o envio de peças no mesmo dia a todos os concessionários do País.
Único SUV atualmente no ranking do CESVI, o Renault Duster teve um desempenho apenas mediano nos ensaios de impacto feitos no centro de pesquisa, o que lhe rendeu uma classificação 20 no CAR Group.
Classificação no ranking CAR Group
(quanto menor o número, melhor a classificação e mais fácil o seu reparo)
– Renault Duster – CAR Group 20
Impacto dianteiro
Uma equação que começa a ficar nítida: falta de crash-box = muitas peças afetadas pelo impacto. Foi o caso da parte frontal do Duster.
Por isso, houve necessidade de estiramento da dianteira, além de substituição parcial da longarina esquerda e do painel. De bom, houve a possibilidade de reparo de alguns componentes mecânicos, como o radiador e condensador do ar-condicionado.
Por isso, houve necessidade de estiramento da dianteira, além de substituição parcial da longarina esquerda e do painel. De bom, houve a possibilidade de reparo de alguns componentes mecânicos, como o radiador e condensador do ar-condicionado.
Impacto traseiro
Mesmo sem um crash-box na traseira, o Duster tem um absorvedor de impacto que cumpriu parcialmente sua missão. A lateral direita e a tampa traseira puderam ser reparadas, enquanto o painel traseiro e a parcial do assoalho do porta-malas tiveram de ser substituídos.