AUTOPEÇAS | Anfape defende uso das peças similares na reparação

 

Recentemente, a Agência AutoInforme publicou um estudo que mostra o custo da propriedade do automóvel, baseado em um motorista que utiliza o carro com certa frequência, para ir ao trabalho, passear, fazer compras etc. De acordo com o levantamento, os consumidores gastam, em média, R$ 1.185,00 por mês para rodar e fazer a manutenção preventiva. O valor inclui despesas com o combustível, peças de reposição, serviços, impostos de circulação e seguros.

O maior gasto é representado pelos combustíveis, seguido pelos demais serviços de manutenção; em terceiro lugar, estão as peças de reposição, e logo depois vem o seguro (composto também pelo valor das peças de reposição); por último, os impostos, como IPVA e licenciamento.

Para Roberto Monteiro, diretor executivo da Anfape (Associação Nacional dos Fabricantes de Autopeças), a pesquisa demonstra a necessidade da validação do uso das peças similares para o conserto dos automóveis, inclusive para a utilização pelas seguradoras, o que significaria uma grande diferença nos preços praticados.

“As peças de reposição disponibilizadas pelo mercado independente, isto é, as similares, possuem marca própria, são oferecidas a valores acessíveis aos consumidores e produzidas por empresas idôneas, atuantes há décadas no país”, diz Monteiro.

O executivo explica que os valores dos seguros são calculados segundo avaliação de índice de furto e roubo em determinada região, idade do motorista, ano e modelo do automóvel e, ainda, o valor da peça de reposição. Mas, o que mais encarece o valor das apólices são as peças de reposição que serão utilizadas.

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