Cena comum no trânsito: uma freada e, de repente, aquela batidinha inocente no pára-choque. Os dois motoristas descem, olham, constatam que não foi quase nada e vão embora. O que pouca gente sabe, no entanto, é que mesmo um toque aparentemente inofensivo pode ter danificado componentes importantes do veículo e, no futuro, se transformar em um problema maior.
Esse tipo de dano vem sendo estudado pelo Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), que alerta: os danos invisíveis podem trazer muito prejuízo não só ao bolso, mas também à segurança dos ocupantes.
“Em geral o pára-choque dos automóveis de passeio é feito para suportar impactos de até 8 km/h. Essa é a velocidade em que são feitos os testes das montadoras, para que os danos não sejam propagados a outros componentes. O problema é que, no dia-a-dia, costumamos ter batidas piores sem que o veículo sofra nenhum tipo de alteração estética”, afirma Emerson Feliciano, supervisor técnico do Cesvi. “O motorista acha que não foi nada, mas algumas peças podem ter sido completamente danificadas, ainda que à primeira vista o carro esteja ótimo.”
Clique aqui e leia na matéria da Revista Quatro Rodas todas as dicas do CESVI para evitar que aquela batidinha à toa cause um estrago enorme em seu bolso.