O enceramento é uma das formas mais eficientes de proteger a pintura do carro ou da moto. Quando feito de forma correta com bons produtos, ele é capaz de impedir danos causados por raios ultravioleta, dejetos de pássaros e detritos que podem danificam a pintura e a lataria do carro, além de prolongar a durabilidade do veículo.
De acordo com Fernando Pagotto, químico responsável pelo desenvolvimento de produtos da marca Rodabrill, há diferentes formas de escolher a cera automotiva. “Para carros mais antigos, com a pintura comprometida por queimaduras ou oxidação, é importante usar uma cera revitalizadora, com mais abrasivo. Para pinturas normais, recomendamos a cera limpadora, e para pinturas mais novas, uma cera líquida, sem abrasivo. Escolher produtos que contêm carnaúba e silicone é essencial, uma vez que que dão brilho e protegem a pintura do carro”, conta o especialista.
Abaixo, Fernando responde as dúvidas mais comuns em relação ao enceramento automotivo:
É possível encerar qualquer veículo?
Sim, qualquer veículo pode receber enceramento, desde que a superfície seja lisa e não esteja queimada. Caso a pintura esteja comprometida, antes de encerar é bom fazer um polimento em uma oficina especializada.
Como aplicar a cera?
Antes de tudo, o veículo deve estar limpo e seco. Recomenda-se aplicar a cera em pequenas quantidades, com movimentos circulares, utilizando uma estopa limpa, algodão ou panos de microfibra, encerando pequenas áreas por vez.
Com que frequência devo encerar carros e motos?
O ideal é que o processo seja refeito, em média, a cada 60 dias, mas esse tempo varia de acordo com o número de lavagens e os produtos utilizados para limpar o veículo.