Uso de EPIs é cada vez mais necessário

 

Os equipamentos de proteção individual (EPIs) se tornaram o maior aliado dos profissionais que estão expostos constantemente a situações de riscos no ambiente de trabalho. Capacetes, protetores auriculares, botas, luvas e mangas de proteção garantem a saúde e geram uma série de outros benefícios aos colaboradores que fazem o uso desses materiais.

Mas será que a maioria das pessoas sabe utilizar esses produtos corretamente? A empresa que você trabalha está preocupada com a sua saúde? Segundo João Paulo Yeh, diretor da empresa Luvas Yeling, primeiramente é necessário que as empresas saibam os reais benefícios que os EPIs proporcionam aos usuários para que possam realizar um trabalho interno de conscientização. “A utilização dos equipamentos de proteção individual gera uma série de benefícios ao trabalhador e às organizações”, explica.

Por um lado, as empresas se beneficiam na diminuição dos riscos de acidente de trabalho e afastamentos que demandam, na maioria das vezes, um custo bem maior que o de um EPI. “A ausência do trabalhador traz outros prejuízos como a substituição do empregador afastado, quebras na produção e passivos trabalhistas”, diz o diretor.

Já com relação à saúde dos funcionários o EPI, além de proteção, aumenta o desempenho e a produtividade no trabalho. Por exemplo, é comum haver manipulação de peças escorregadias, fáceis de quebrar. Por isso, diversas luvas geram aderência e fazem com que o produto não caia, evitando assim novos acidentes. “O uso de EPIs corretamente também diminui a ocorrência de doenças ou danos incuráveis – como a perda auditiva – garantindo o desempenho do empregado”, pontua Yeh.

Um dos riscos mais comuns é o ruído causado pelas máquinas. Quando o registrado está acima de 85 db (decibéis), o volume é considerado prejudicial para as pessoas que estão expostas a ele.

Conheça os principais problemas que a constante exposição a mais de 85 db pode causar nas pessoas que não utilizam os EPIs:

– Sequelas incuráveis;
– Afastamentos do trabalho;
– Queda na renda;
– Diminuição do tempo da vida útil no trabalho;
– Perda auditiva.