São muitos os fatores no ambiente de uma oficina que proporcionam, à primeira vista, um local agradável e que traduz confiança ao cliente. Um desses aspectos, importantíssimos, é a iluminação adequada da oficina.
Medir a iluminação é o primeiro passo para estabelecer o que deve ser feito para a manutenção do sistema completo de iluminação. Com a ajuda de um luxímetro digital, aparelho que mede a luz distribuída em uma área, consegue-se identificar a iluminação local e saber se está dentro das normas – e se corresponde à iluminação necessária ao tipo de trabalho para aquele ambiente. Assim, podem ser feitos os ajustes necessários.
ILUMINAÇÃO NATURAL
Proporcionar iluminação natural no teto da oficina é uma boa pedida. Representa economia de energia, mas não dispensa o correto planejamento da iluminação.
PENDENTES
O uso de alguns equipamentos, como pendentes de lâmpadas, se faz necessário mesmo com boa iluminação do ambiente. E é primordial em alguns sistemas veiculares, para observar com maior precisão elementos em locais do veículo onde a iluminação é prejudicada. Há dois tipos de pendentes:
Ligação junto à bateria automotiva
Esses modelos são práticos por serem instalados nos próprios veículos em manutenção. Mas temos de tomar cuidado caso a manutenção se estenda por várias horas. Primeiro a bateria do veículo poderá descarregar e, caso a vida útil esteja comprometida, poderá não absorver mais carga e necessitar da troca.
Ligação feita na rede elétrica da oficina
Esses pendentes são mais recomendados, pois, no caso de manutenções mais demoradas, não haverá problemas com a bateria do automóvel. Mas, para que isso não se transforme em transtornos dentro da oficina, é preciso ter uma distribuição de tomadas bem de acordo com o espaço físico.
Cada box de serviço deve ter no mínimo uma tomada de energia.
TEXTO: João Daniel